segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Requisitos para graduação em Muay Thai

Instrutor

Requisitos para Instrutor (Grau azul escura ou azul escura ponta preta):

• Ter no mínimo 3 anos na modalidade direto
• Só poderá dar aulas com a autorização da CBMT ou do próprio Professor filiado a está entidade
• Para chegar a graduação Preta levará mais 2 anos para completar os 5 anos do requisito para Professor
• Ter fidelidade ao seu Professor e sua academia
• Ter feito todas as graduações sobe reconhecimento da Confederação Brasileira de Muay Thai

Kruang Grau Preta (Professor)

Requisitos para Professor:
• Ter no mínimo 5 anos na modalidade direto
• Ter fidelidade ao seu Professor e sua academia
• Ter feito todas as graduações sobe reconhecimento da Confederação Brasileira de Muay Thai



Requisitos para Mestre:
• Poderá ser dado por grão Mestres, independente de ter preenchido os requisitos abaixo
• Mínimo direto na modalidade sem parada 20 anos
• Ter formado no mínimo 5 Grau Preta
• Ter feitos comprovados em prol da modalidade
• Ser pessoa de caráter e ter senso de justiça
• Estar sempre pronto e a disposição caso seja chamado para o beneficio do Muay Thai


Grão Mestre

Os nomes abaixo são dos introdutores do Muay Thai no Brasil.
Requisitos para graduação maxima de Grão Mestre:
• Poderá ser recebido pelos próprios Grão Mestres independente de ter preenchido os requisitos abaixo
• Terá que ter no mínimo 30 anos de Muay Thai direto sem parada
• Ter feitos comprovados em beneficio da modalidade
• Ter formado no mínimo 10 Grau Pretas
• Ser pessoa de caráter e ter senso de justiça
• Estar sempre pronto e a disposição caso seja chamado para o beneficio do Muay Thai


Fonte:http://www.cbmuaythai.com.br/


Muay Thai Graduação

Tradições

  • Khuen Kru - Ritual de aceitação entre professor e aluno.
  • Krop Kru - Cerimônia que ocorre na Tailândia quando um aluno torna-se professor.
  • Wai Kru - Ritual de respeito ao professor (Wai=respeito / Kru=professor)
  • Ram Muay - Ritual que mantem os espíritos do mal à distância, usado sempre antes das lutas com finalidade de que nada de mal aconteça para o lutador e o seu mestre.
  • Mongkon - Objeto que é colocado e retirado pelo professor na cabeça do lutador, para dar sorte.
  • Prajied - Objeto em tecido trançado que vai ao braço esquerdo do lutador e que simboliza a graduação.
  • Kruang - Objeto em tecido trançado que vai ao braço esquerdo do lutador. O objeto pode conter um pequeno buda amarrado para dar sorte. Alguns lutadores amarram os fios de cabelo de seus mestres em sinal de honra ao mesmo.

Graduação

A gradução varia de federação e confederação. Na Tailândia não se utiliza graduação, há apenas a classificação de lutador amador e profissional (A,B ou C).

Sistema Internacional 

Tempo de gradução se o aluno estiver apto, podendo se estender para mais tempo.

Confederação Brasileira de Muay Thai Tradicional - CBMTT ( wikipédia ) ( fontes )
KHAN KRUANG EXPERIÊNCIA TEMPO
1º Khan Nueng Branco Iniciante 3 meses
2º Khan Song Amarelo Iniciante 3 meses
3º Khan Sam Amarelo e
Branco
Iniciante 3 meses
4º Khan Sih Verde Iniciante 3 meses
5º Khan Hah Verde e
Branco
Intermediário 6 meses
6º Khan Hok Azul Intermediário 6 meses
7º Khan Jed Azul e
Branco
Intermediário 6 meses
8º Khan Pad Marrom Avançado 6 meses
9º Khan Kaoh Marrom e
Branco
Avançado 6 meses
10º Khan Sib Vermelho Avançado 6 meses
11º Khan Sib Ed Vermelho e
Branco
Inst. em Treinamento
(Kru Fueng Sorn)
12 meses.
Idade: 18 Anos
12º Khan Sib Song Preto Instrutor
(Kru Puh Chuay)
30 meses.
Idade: 20 Anos
13º Khan Sib Sam Preto e
Branco
Professor
(Kru)
36 meses.
Idade: 22 Anos
14º Khan Sib Sih Prata Mestre
(Arjarn)
Nomeado pela
IFMA e WMC
15º Khan Sib Hah Ouro Grão-Mestre
(Arjarn Yai)
Nomeado pela
IFMA e WMC
16º Khan Sib Hok Ouro e
Prata
Grão-Mestre Honorário
(Por Ra Ma Jarn)
Nomeado pela
IFMA e WMC

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Boxe com luvas.

Evolução do boxe com luvas.
Neste artigo, apontaremos os grandes passos da mudança do estilo boxe "sem luvas" para o "com luvas". Para isso, nos basearemos nas detalhadas e extensas análises, realizadas pelo grande historiador Michael Hunnicut, de gravuras, filmes e descrições de lutas de boxe no período de 1900 a 2004. Resumiremos as mudanças que Hunnicut identificou, selecionando para comentar:

   -- guarda e posicionamento das mãos
   -- deslocamentos laterais
   -- quantidade de socos por round
   -- uso de combinações de socos
   -- socos curtos e o infighting

Conforme vimos em matéria anterior (Surgimento do boxe com luvas), a transição do prize fighting (ou boxe sem luvas) para o boxe com luvas ocorreu aproximadamente entre 1870 e 1890, com a adoção das Regras de Queensberry.

Nos primeiros tempos: as grandes novidades, eram a obrigatoriedade do uso de luvas e os rounds de duração fixa (3 minutos). Continuou o costume de não ser estabelecido o número de rounds da luta; esta devia terminar somente com um nocaute, desistência ou intervenção da polícia. Eram comuns lutas durarem 20 rounds, 45 ou mais.

Enquanto não se passou a fixar de antemão o número de rounds das lutas (o que só se tornou comum lá por 1920), a maior parte do treinamento era dedicado ao condicionamento físico e do modo feito na época do boxe sem luvas. Contudo, na medida em que foram se conscientizando das liberdades e limitações das novas regras, as inovações técnicas logo passaram a ser alvo de atenção crescente e isso levou a uma gradativa mudança no estilo de luta, já a partir de cerca de 1900, como passaremos a mostrar.

Guarda e posicionamento das mãos

A mais evidente característica dos boxeadores sem luva era sua guarda: o tronco ficava inclinado para trás (era o modo de proteger o plexo solar e de evitar cortes no rosto), com o peso do corpo sobre a perna direita, a qual ficava atrás e na mesma vertical que a cabeça; os braços estendidos para frente, na altura da barriga ou peito, e em constante movimentação: ameaçando dar socos ou bloqueando socos. Na hora da aplicação do soco, havia uma troca de peso entre as pernas, o que possibilitava levar o peso do corpo junto com o soco. Na hora de se defender, as mãos subiam da altura da barriga ou peito para a altura da cabeça, objetivando bloquear ou desviar os socos com os ante-braços.

As Regras de Londres (1838) proibiram a luta de agarramento, o que fêz com que a guarda ficasse mais vertical e as mãos descessem: a esquerda mais a frente e a direita protegendo o plexo solar. Essa guarda favoreceu o surgimento das esquivas de cabeça.

A guarda moderna teve como principal pioneiro Jim Corbett que, em 1892, se tornou o primeiro campeão do boxe com luvas. Outro boxeador que muito influiu na mudança de guarda foi Jack Johnson (campeão mundial entre 1908 e 1915).

Gradativamente, as mãos passaram a ficar mais acima. Lá por 1920, já era comum se usar a mão direita em posição de bloqueio e a esquerda na altura do peito, de modo a facilitar o deslocamento de pernas, corpo e cabeça. Por cerca de 1930 tornou-se padrão conservar as duas mãos na altura da cabeça ao longo de toda a luta.

Deslocamentos laterais

A desvantagem da guarda da época sem luvas era a pouca mobilidade permitida: tipicamente, avançar ou recuar. Lá por 1780, o grande boxeador Daniel Mendoza inventou o side-step (passo ao lado).

A guarda quase moderna de Jim Corbett já lhe permitia os deslocamentos laterais. Por cerca de 1920 os deslocamentos laterais e o side-step (passo ao lado) eram de uso comum.

Quantidade de socos por round

No período do boxe sem luvas, o estilo de lutar dependia muito da necessidade de se proteger as mãos ao longo dos muitos rounds da luta: dava-se menos socos por round e de preferência em partes macias do corpo (como no plexo solar). Naquela época, o boxeador tinha de ter muita malícia e ser igualmente capaz de aplicar e escapar dos socos. A luta era bastante rápida, mas com muito mais fintas do que socos.

Com a introdução das luvas, logo se percebeu que podia-se dar um maior volume de socos, bem como novos tipos de socos. Por cerca de 1910 já tínhamos lutas onde os boxeadores davam uma média de cerca de 80 a 100 socos por round, e isso ao longo de 25 ou mais rounds. Por exemplo, a disputa do título de campeão dos leves em 1910 (entre Ad Wolgast e Bat Nelson) durou 42 rounds, sendo que até o round 39 a média de socos foi de 85 por round. Compare com a média de 51 socos por round dados por Oscar de la Hoya nos 12 rounds de sua luta contra Shane Mosley!

Entre 1920 e 1930 ficaram proibidas as lutas de mais de 20 rounds. Isso, segundo Hunnicut, tornou o preparo físico ficou menos importante do que a preparação técnica, o que deixou os boxeadores menos resistentes, capazes de dar menos socos por round.

Uso de combinações de socos

Na época do boxe sem luvas, os socos eram diretos isolados, misturados com socos ao corpo e alguns um-dois. As luvas deram a oportunidade de surgirem as primeiras combinações de dois a três socos. Por cerca de 1930, já era de uso comum uma grande variedade de combinações e essas podiam envolver até quatro ou cinco socos.

Socos curtos e o infighting

Na época do boxe sem luvas, por influência da esgrima, preferia-se socos retos longos; os poucos socos curvos eram bastante abertos. Evitava-se o infighting (luta na curta distância) e o uso de ganchos, pois deixavam o lutador sujeito a projeções e a contra-golpes curtos e rápidos no estômago.

O uppercut foi inventado por Dutch Sam, um famoso peso leve de cerca de 1800, e depois muito popularizados por Jack Johnson, que o empregava com muito sucesso. Antes dele, Bob Fitzsimmons (campeão de 1897 a 1899), dono de uma tremenda pegada, muito popularizou outros socos curtos.

Kid McCoy, um meio-pesado que teve seu auge lá por 1900, foi considerado um verdadeiro artista no emprego do infighting: chegando junto do adversário, lhe aplicava uma saraivada de socos no corpo e uppercuts no queixo. Sua enorme fama, provocou muitos imitadores.

Como infighting é muito desgastante para ambos os lutadores, sua adoção generalizada ocorreu somente após a proibição das lutas com 20 ou mais rounds, lá por 1930.

Referências:
- Michael Hunnicut: The Development of Boxing Strategies, Styles and Techniques During the Gloved Era to Present--Part 1. IBRO Journal, 85, March 2005.
- Idem: The Development of Boxing Strategies, Styles and Techniques During the Gloved Era to Present--Part 2: The Era 1900-1915..

Texto: © 2010, pela Fed. Rio-Grandense de Pugilismo.

Tipos de lutadores

Estilos de boxeadores profissionais.


O tipo de treinamento que um boxeador recebeu seu biotipo (altura, envergadura etc) e a potência de seus socos (se é pegador ou não) é importante na determinação de seu estilo de luta. Os melhores lutadores também são capazes de alterar seu estilo usual de modo a melhor explorar um ponto fraco do adversário.

1).- Estilos básicos

Os apreciadores do boxe identificaram quatro estilos básicos com os quais podemos "compor" o estilo real de cada boxeador. Em particular, note que um dado boxeador pode ter mais de um dos estilos básicos a seguir. Também é preciso atentar que tudo o que escreveremos refere-se ao boxe moderno, ou seja: ao boxe com luvas.

O estilista (ou ortodoxo ou out-boxer)

Trata-se de um boxeador técnico, com um estilo de luta bonito de ser visto, que se movimenta com elegância no ringue, além de ter muita velocidade e uma defesa exemplar. O estilista que não é alto luta na base do "entra, bate e sai", enquanto que o estilista alto aproveita sua altura dando preferência à aplicação de jabs para cansar e manter o adversário à distância (daí também serem chamados de out-fighters). Na eventualidade de o adversário conseguir diminuir a distância, um rápido jogo de pernas volta a colocar a luta sob seu controle.

O melhor exemplo de estilista foi Muhammad Ali. Muito de sua enorme popularidade deve-se a seu rápido jogo de pernas e seus jabs contundentes. Quando conseguia cansar seus adversários, era capaz de nocauteá-los, apesar de não ser um pegador.

Exemplos:
Gene Tunney, Sugar Ray Robinson, Carlos Monzón, Muhammad Ali, Sugar Ray Leonard, Pernell Whitaker, Mayweather Jr., Oscar de La Hoya e Lennox Lewis.

O brawler (ou slugger)

Podemos dizer que é o oposto do estilista, pois que é um boxeador com pouca mobilidade e que se caracteriza principalmente por estar sempre atacando, em linha reta e com grande volume de socos. São pegadores (dão socos muito fortes), mas lentos. Tendem a preferir ganchos e uppercuts, raramente usando combinações.
(Não há uma palavra em português para traduzir brawler e nem slugger; uma aproximação: brigão)

Muitos deles, têm a tendência de "telegrafar" os socos (puxando o braço para trás, antes de dar o soco). Sua presivibilidade (socos isolados e telegrafados) os deixa muito vulneráveis aos contragolpes.

Quando têm uma boa pegada e são capazes de aguentar socos fortes, tornam-se boxeadores muito perigosos, como foi o caso de George Foreman.

Exemplos:
Rocky Marciano, George Foreman e Ricardo Mayorga.

O in-fighter (ou swarmer)

O in-fighter prefere lutar no infighting (ou corpo-a-corpo, ou seja: prefere a luta à curta distância), atacando sem cessar, tipicamente atirando muitas combinações de ganchos e uppers. O in-fighter é um boxeador de alta pressão.
(Nos USA, é muito usada a denominação "swarmer", originada de "swarm", que significa enxame (de abelhas); poderíamos traduzi-la livremente como "metralhador de socos")

O in-fighter é muito mais técnico e tem melhor defesa do que o brawler. Ele também aplica muito mais socos do que o brawler, mas nem sempre é um pegador: ele tende a vencer cansando seu adversário, em vez de nocauteá-lo com uma "bomba".

Normalmente tem pequena estatura para sua categoria, sendo mais efetivo numa distância onde os braços mais longos do adversário não podem se estender para atingí-lo com força máxima; uma notável exceção, um in-fighter alto, foi Riddick Bowe. Além disso, precisa ter queixo de ferro, pois recebe muitos jabs até chegar a curta distância.

Exemplos:
Jack Dempsey, Jake LaMotta, Rocky Marciano, Joe Frazier, Roberto Duran, Julio César Chávez, Mike Tyson (no início da carreira), Arturo Gatti, Joe Calzaghe e Manny Pacquiao.

O contra-golpeador

Trata-se de um boxeador extremamente defensivo, com um verdadeiro arsenal de técnicas de esquiva e fintas. Quando ataca, esse ataque inicia com uma defesa. Ele prefere aplicar seus socos depois de uma esquiva ou bloqueio de golpe do adversário. Para que seu estilo tenha sucesso, ele precisa ter grande velocidade e boa pegada; além, é claro, de excelente defesa.

Exemplos:
Floyd Mayweather Jr., e Juan Manuel Marquez.

2).- Exemplos de estilos compostos


Estilistas pegadores (boxer-punchers ou pegadores ortodoxos):
são estilistas com forte pegada (soco muito forte). Embora sempre tenham grande velocidade nos socos, normalmente não têm uma mobilidade e uma defesa tão boas como um estilista puro. Um exemplo importante de boxer-puncher com excelente jogo de pernas foi Sugar Ray Robinson; enquanto que Joe Louis foi um boxer-puncher com pequena mobilidade, embora grande eficiência.
Exemplos: Joe Louis, Sugar Ray Robinson, Sugar Ray Leonard, Thomas Hearns, e Felix Trinidad.

Estilistas de curta distância:
são capazes de lutar tanto na curta como na longa distância.
Exemplos: Bernard Hopkins.

O bob-and-weaver fighter
A rigor, trata-se de um tipo especial de in-fighter que se esquiva balançando o corpo para frente ou para os lados, enquanto se aproxima do adversário com os punhos prontos para socar.
Exemplos: Mike Tyson (no inicio da carreira), Joe Frazier, Jack Dempsey e Rocky Marciano.

3).- Confrontos de estilos:

O resultado de uma luta, evidentemente, depende de muitos fatores: não apenas de estilos. Contudo, estatisticamente falando, temos algumas regras básicas: um in-fighter vence um estilista, um estilista ganha de um brawler e um brawler vence um in-fighter.

In-fighter versus estilista:
o in-fighter tende a prevalecer, pois que o estilista perde muito de seu poder de fogo na curta distância e tende a ser mais lento do que o in-fighter.
Por exemplo, o grande Joe Louis, que era fraco no infighting, admitiu que Rocky Marciano deveria derrotá-lo mesmo nos seus melhores tempos. Outro exemplo clássico é o das três lutas em que o in-fighter Joe Frazier deu muito trabalho para o estilista Muhammad Ali.

Estilista versus brawler:
A pequena velocidade (de pernas e punhos) e técnica precária do brawler fazem com que ele seja um alvo fácil para o rápido estilista. Tudo o que o estilista tem de fazer é estar sempre alerta, manter o brawler à distância com jabs efetivos até cansá-lo, e aí partir para o ataque.
A maioria das melhores lutas de Muhammad Ali e Lennox Lewis foram contra brawlers.

Brawlerr versus in-fighter:
para chegar na curta distância, o in-fighter tem de caminhar diretamente para a frente do brawler; assim, a menos que o in-fighter tenha queixo de ferro ou o pegador esteja sem fôlego, a vitória tende a sorrir para o pegador. Um exemplo clássico deste tipo de luta: George Foreman derrotando Joe Frazier.

4).- Referências:
- Monte Cox: It's a style thing.
  CyberBoxingZone, 1999.
- K. Ragpala: Different Styles in Boxing.
  
Sports, 2009.
Texto: © 2010, pela Fed. Rio-Grandense de Pugilismo.

terça-feira, 13 de julho de 2010

terça-feira, 9 de março de 2010

Glossário do boxing

boxe A palavra "boxe" foi formada a partir do verbo inglês "to box". O significado original era "bater", mas, lá pelo ano 1 500 dC, passou a denotar "bater com os punhos" e seu atual uso substantivado significa "luta com os punhos, principalmente em prática desportiva".

É de se chamar a atenção para o fato que, ao contrário do que muitos brasileiros acham, nos países de língua inglêsa o boxe não é chamado de boxe e nem de box, mas de boxing.
pugilismo Em latim, a palavra "pugillus" indica o punho fechado, em forma de soco. A partir disso, foi criada a palavra PUGILLATUS, que traduzimos como pugilato, para indicar o antigo boxe romano. Assim que:

  • PUGILISMO: rigorosamente falando, é o antigo boxe romano;
    nos tempos atuais, na prática, o termo pugilismo indica qualquer luta onde se usa principalmente os punhos, como o boxe inglês, o boxe francês (savate), o boxe grego (pugmachia), o antigo boxe italiano, o boxe tailandês (muay thai), o boxe chinês (shao lin wushu), etc.
    Os especialistas na História do Boxe são mais radicais: usam a palavra boxe apenas quando se referem ao boxe inglês praticado a partir das Regras de Broughton ( criadas em 1743 ) e usam a palavra pugilismo para denotar qualquer "boxe" anterior a esse período.

  • PUGILISTA: rigorosamente falando, indica o praticante do boxe romano;
    nos tempos atuais, na prática, o termo indica o praticante de qualquer luta onde se usa principalmente os punhos.
A partir desses termos foram criados vários outros que refletem características da luta ou qualidades dos lutadores de boxe, como: PUGNA ( para indicar uma disputa, uma altercação ), PUGNACIDADE ( para indicar alta combatividade e determinação de uma pessoa ), etc.
sparring Originalmente, "sparring" era a palavra inglesa que referia-se ao ataque do galo usando seus esporões. Como o boxe adotou várias práticas e termos das rinhas, ficou a tradição de usarmos o verbo "spar", ou seu gerúndio "sparring", quando lutamos mais com sentido de treino, exibição ou mesmo puro divertimento, e usamos o verbo "boxear" quando lutamos pra valer. No Brasil, prefere-se usar a expressão "fazer luvas" como sinônimo do verbo sparring.
Desse velho costume, se originou o substantivo sparring para denominar um colega que tenha estilo semelhante ao do nosso próximo adversário e que se dispõe a ajudar nosso preparo fazendo lutas de treinamento ( "luvas" ) conosco.
shadow boxing ou
boxe sombra
"Shadow" é uma palavra inglesa que pronuncia-se "chédou" e significa sombra. Originalmente, nos séculos XVII e XVIII, usava-se a expressão "shadow boxing" para indicar o treinamento que o boxeador fazia ao lutar com a própria sombra, produzida na parede pela projeção da luz de uma vela que ele colocava nas proximidades.

Atualmente, se faz o boxe sombra lutando com nossa imagem produzida num espelho de parede.
Trata-se de exercício muito útil pois que nos permite aprender a frear o braço e assim evitar dolorosas distensões, em caso de golpe errado ou esquivado pelo adversário. Outra grande utilidade desse exercício é o desenvolvimento da capacidade de aplicarmos "combinações": sequências planejadas de vários socos.
clinch Situação de luta onde os dois boxeadores estão segurando-se ou apoiando-se mutuamente sem trocar socos.
O clinch ocorre quando ambos os lutadores ficaram esgotados depois de uma violenta troca de golpes, ou quando um deles sentiu um golpe e, então, em manobra defensiva, procura segurar o adversário junto a seu corpo, procurando travar o ímpeto do mesmo ou anular sua momentânea vantagem.
No boxe amador, o excesso de clinchs é punido com perda de pontos.
infighting Esse termo se pronuncia "infaiting" e é feito de duas palavras inglêsas: in ( dentro ) e fighting ( lutar ), sendo empregado quando os boxeadores estão lutando à pequena distância ou mesmo se tocando ( sem haver agarramento, o que caracterizaria um clinch ).

O infighting é mais usado para se esgotar o adversário para então darmos um golpe mais forte aplicado à longa distância.
boxeur palavra francesa que se pronuncia "boxér" e significa "boxeador".
undisputed champion Pronuncia-se "andispiutede champion" e indica um boxeador que é reconhecido como campeão pelas principais associações do boxe profissional. Atualmente, isso significa ser campeão tanto pela WBA = Associação Mundial de Boxe como pelo WBC = Conselho Mundial de Boxe.
undefeated Pronuncia-se "andefiitede" e significa invicto
challenger
Palavra inglêsa que se pronuncia "tchálenger" e pode ser traduzida por desafiante. Ela é usada no boxe profissional para indicar todo boxeador que desafia o campeão de sua categoria.

"Mandatory challenger" aplica-se ao boxeador classificado imediatamente abaixo do campeão. Ou seja, indica o primeiro colocado no ranking. Esse boxeador é dito ser o "mandatory challenger" ou "desafiante obrigatório" pois que seu desafio não pode ser recusado pelo campeão.
contender Palavra inglesa que pronuncia-se "cantenderr" e que denota todo boxeador que, fruto de sua experiência e qualidades, merece uma oportunidade para lutar por título mundial e tem boas possibilidades de vencer.
journeyman Palavra inglesa que pronuncia-se "jurneimam" e que tem significado quase oposto de contender, pois que denota um boxeador experiente mas de qualidades apenas regulares. O journeyman está sempre sendo requisitado para preencher vazios na programação dos eventos pugilísticos ou para servir de "escada" para um boxeador jovem e promissor.
bruiser Palavra inglesa que pronuncia-se "bruuserr" e é difícil de se traduzir. Nos primeiros tempos do boxe sem luvas denotava qualquer boxeador. Hoje denota apenas os boxeadores de aspecto selvagem e rude, que atacam constantemente e que dão um grande volume de socos fortes: Sonny Liston e o jovem Mike Tyson foram exemplos recentes de bruisers.
brawler palavra inglesa que se pronuncia "bróuler" e que significa o mesmo que bruiser.
segundos Considera-se os lutadores como os primeiros ou principais elementos da luta e seus auxiliares ( técnico, preparador físico e qualquer outro membro de sua equipe de apoio ) os segundos elementos da luta.
Assim, por exemplo, a clássica expressão "segundos fora" é um comando para que os auxiliares dos lutadores se retirem imediatamente do ring a fim de que a luta, ou um novo round, inicie.
cut man Expressão inglesa que se pronuncia "cótman" e é usada exclusivamente no boxe profissional. Ela poderia ser traduzida como "o homem dos cortes" pois que denota o "segundo" que é especializado em tratar, durante os intervalos da luta, dos ferimentos de seu boxeador. No boxe amador, raramente se permite um boxeador ferido continuar lutando.
knee man Expressão inglesa que se pronuncia "quinii man" e era usada, na época do boxe sem luvas, para indicar o segundo que nos intervalos tinha seu joelho usado como cadeira de descanso por seu principal.
referee Palavra inglesa que se pronuncia "réferrii" e corresponde à nossa palavra "árbitro".
manager
Palavra inglesa que pronuncia-se "méneger" e corresponde à expressão brasileira "empresário de boxe". Ela é usada apenas no contexto do boxe profissional e denota a pessoa que é contratada pelo boxeador para marcar suas lutas, discutir o valor de suas bolsas, buscar patrocinadores e tratar dos demais aspectos financeiros associados à sua carreira.

Um bom manager está sempre atento para poder achar o ponto exato entre as lutas de boa perspectiva de vitória de seu "pupilo" e as lutas com bom retorno financeiro. Ele deve ser paciente para não "queimar" o boxeador sob sua orientação, colocando-o contra outro mais experiente.

No caso de boxeadores em início de carreira, por razõoes de economia, é comum que o treinador e manager sejam a mesma pessoa.
promoter
Palavra inglêsa que pronuncia-se "promôter" e corresponde à expressão brasileira "promotor de lutas". Um promoter é uma pessoa ou uma empresa que organiza, divulga, produz e vende lutas de boxe.

É bastante comum de ocorrer que, nas lutas organizadas por um promoter, estejam envolvidos boxeadores que são por ele empresariados. Dois promoters de grande importância histórica foram Tex Rickard, nos USA, e Jacó Nahun, no Brasil. Entre os promoters atuais, talvez os mais famosos sejam Don King e Bob Arum.
time Palavra inglesa que se pronuncia "taime" e significa "tempo"; ela e' usada pelo árbitro para indicar o término de um round da luta.
stop Palavra inglesa que se pronuncia "istópe" e significa "pare". Ela é uma ordem do árbitro determinando que, momentaneamente, os boxeadores parem de lutar de modo que ele possa fazer uma advertência, iniciar uma contagem, chamar o médico de ring ou tomar qualquer outra providência que achar necessária.
break Palavra inglesa que se pronuncia "breique" e significa quebrar; ela e' usada pelo árbitro como ordem para os lutadores se separarem de um clinch.
No Brasil, é comum ouvirmos a pronúncia errada "bréque", resultado de lamentável confusão entre "brake" ( que significa freiar ) e "break".
box verbo que tem significado oposto do "stop": é um comando do árbitro para que os boxeadores recomecem a lutar.
( não confunda o comando box com o substantivo boxe, o qual denota nosso esporte, conforme já foi explicado acima )
KO
knockout
nocaute
Esse termo é feito de duas palavras inglêsas: knock ( derrubar ) e out ( fora ). Frequentemente é usada sua abreviação: KO, que se pronuncia "queiô".

A palavra knockout foi inventada, em 1882, por um jornalista ao descrever o resultado de uma das lutas mais importantes de todos os tempos: John Sullivan versus Ryan, vencida pelo primeiro no oitavo round. O significado original era: "derrota pela inconsciência provocada por golpe". Foi, inclusive, com esse significado que o termo passou a ser usado em assuntos que nada tem a ver com o boxe, sempre que queremos dizer que algo "foi tornado inoperante".

No boxe atual, contudo, o termo knockout é usado apenas no boxe profissional e num sentido mais preciso: "derrota por golpe que provocou inconsciência ou severo atordoamento durando dez segundos ou mais".
Insistimos: os termos nocaute, knockout e KO estão banidos do boxe amador!
knockdown Esse termo é feito de duas palavras inglêsas: knock ( derrubar ) e down ( abaixo ). Pronuncia-se "nóquidaum".

E' empregado quando um soco "derruba" um dos lutadores, mas esse consegue se levantar em menos de dez segundos. É necessário que se acrescente que esse "derruba" significa "tirar da posição em pé", o que pode ocorrer se tocando o chão com qualquer parte do corpo que não seja os pés, ou mesmo ficando dependurado nas cordas do ringue ou tendo sido jogado fora dele.
nocaute técnico
technical knockout
TKO
Termo de uso exclusivo no boxe profissional e denota término de luta pelo fato de o árbitro ter considerado um dos lutadores sem condições de continuar a pelejar. Um modo de isso ocorrer é a sucessão de três knockdowns num mesmo round.
decisões POR PONTOS
no boxe profissional:
- unanimous decision
- majority decision
- split decision
- majority draw
- decisão unânime:
todos os três juízes indicaram o mesmo vencedor
- decisão da maioria:
dois juízes escolheram um lutador e o terceiro juíz considerou a luta empatada
- decisão dividida:
dois juízes escolheram um lutador e o terceiro juiz escolheu o outro lutador
- empate pela maioria:
dois juízes consideraram a luta empatada e o terceiro achou um vencedor
RSC
Referee Stoped Contest
Termo de uso exclusivo no boxe amador e denota luta terminada pelo árbitro por medida de precaução, por ter considerado um dos lutadores ser flagrantemente inferior a seu oponente, ou de um deles estar sendo muito castigado pelo adversário, ou por um dos boxeadores ter recebido ferimento que o impede continuar lutando.
RSCH
Referee Stoped Contest - HEAD
Termo de uso exclusivo no boxe amador e uma variante do RSC. Denota término de luta pelo fato do árbitro ter considerado que um dos lutadores sofreu um excesso de socos na cabeça. Tipicamente, o árbitro usa o RSCH como recurso para parar uma luta que está claramente se encaminhando para um término por nocaute.
RSCO ou RSC-OS
Referee Stoped Contest - OUTSCORED
Termo de uso exclusivo no boxe amador e uma variante do RSC. Denota término de luta pelo fato de um dos boxeadores ter conseguido um grande diferencial de pontos em relação a seu adversário.
Até 2002, esse diferencial era de 20 pontos. A partir de 01/01/2003 será adotado: os tradicionais 20 pontos nas categorias senior e juvenil, e 15 pontos na cadete e feminino. Ainda a partir de 01/01/2003, o RSCO não pode ser decretado no último round da luta .
draw Palavra inglesa que se pronuncia "dró" e denota uma luta empatada ou anulada
WO Abreviação da expressão inglesa: "walk over" e que significa que o lutador adversário ou não compareceu, ou foi impedido de lutar ( por decisão médica, por não ter conseguido "fazer o peso", por não trazer equipamento de luta regulamentar, etc ), ou se retirou do ringue antes do início da luta.
cartel No sentido mais geral, indica o curriculum de um boxeador: lutas que realizou, títulos que conquistou, etc. Pode ser usada em sentido mais particular, como o da relação de lutas que um promotor ou empresário organiza para um boxeador que contratou.
corner Palavra inglesa que significa "canto" e refere-se a cada um dos quatro cantos do ring. Em rings oficiais, um corner é pintado de azul e seu oposto de vermelho, sendo que é nesses dois corners que os lutadores e suas equipes de apoio tem de permanecer antes da luta e durante os intervalos dos rounds; os outros dois corners tem cor branca e são considerados neutros, sendo que é para um deles que o boxeador tem de se dirigir quando o árbitro estiver fazendo contagem de tempo para o adversário ou quando tiver de ser examinado pelo médico de ring.


# fonte - © 2010-2001, pela Fed. Rio-Grandense de Pugilismo.

Sobre Kung fu Sanshou.

Período mínimo necessário de prática – 2 meses - Primeiro nível estrela preta com contorno prata.
Os golpes deverão ser executados em duplas, com utilização de materiais
apropriados à prática da modalidade, como luvas, focos e escudos para chutes.
Os exercícios seguirão 1 série de no mínimo 10 repetições para cada base.
Referente a projeção: A mesma deverá ser executada somente com os encaixes
com 1 série de 8 repetições e 2 finalizações com cada base.
Membros Superiores:
• Jab;
• Dois jab’s;
• Direto;
Membros Inferiores:
• Chute circular na coxa, na parte lateral (fora), com a
perna que está atrás;
• Chute circular na coxa, na parte medial (dentro), com a
perna que está na frente;
• Chute frontal com a perna que está atrás;
• Escora frontal com a perna que está na frente.
Combinações com Membros Superiores:
• Jab e direto;
• Dois jab’s e direto.
Combinações com Membros Superiores e Inferiores:
• Jab e chute circular com a perna que está atrás na
parte lateral (fora) da coxa;
• Direto e chute circular com a perna que está na frente
na parte medial (dentro) da coxa;
• Jab e chute circular com a perna que está atrás na
altura das costelas;
5
• Direto e chute circular com a perna que está na frente
na altura das costelas;
Defesas:
• Cortes (esquivas laterais contra jabs e diretos), para
esquerda e direita. Executar uma série em cada base.
Projeção 1:
• Projeção de uma perna.


Programa para Segundo Nível – Estrela com o
Contorno Prata e o Centro Vermelho
Período mínimo necessário: + 4 meses de prática
Os golpes deverão ser executados em duplas, com utilização de materiais
apropriados para prática da modalidade, como luvas, focos e escudos para
chutes. Os exercícios seguirão uma série de no mínimo 10 repetições para cada
base. Referente as projeções: As mesmas deverão ser executadas somente com
os encaixes com 8 repetições e 4 finalizações com cada base.
Membros Superiores:
• Cruzado com a base da frente;
• Swing;
• Upper com a base da frente;
• Upper com a base de trás.
Membros Inferiores:
• Circular na cabeça com a perna que está atrás;
• Circular na cabeça com a perna que está na frente;
• Escora lateral com a perna que está na frente.
Combinações com Membros Superiores:
• Cruzado e direto;
• Direto e cruzado;
• Jab e cruzado com a mesma base, direto e upper com
a base da frente;
• Direto, cruzado e upper com a base de trás;
• Jab, direto, cruzado com a base da frente e swing com
a base de trás.
Combinações com Membros Superiores e Inferiores:


• Jab e chute circular com a perna que está atrás na
cabeça;
• Direto e chute circular com a perna que está na frente
na cabeça;
• Chute circular na altura da coxa, na parte lateral (fora),
voltando a base, e chute circular na linha da cabeça e
voltando a base. Os dois chutes com a perna que está
atrás.
Defesa:
• Pêndulo para esquerda e pêndulo para direita, com
uma série em cada base.
• Defesas com os braços na linha lateral da cabeça.
Projeção 2:
• Projeção de duas pernas para o lado;
Antecipação 1:
• Antecipação com direto seguido de queda de 1 perna.
Resistência:
• Dois rounds de 2 minutos por um de descanso, usando
o critério de 15 segundos ativos por 10 segundos
passivos, no saco de pancadas.


Programa para Terceiro Nível (Primeira Fase) – Estrela Prata
Período mínimo necessário: + 6 meses de prática
Os golpes deverão ser executados em duplas com a utilização de materiais
apropriados para a prática da modalidade, com 1 série de no mínimo 7 repetições
para cada base. Referente a antecipação: a mesma deverá ser executada
somente com os encaixes com 8 repetições e 4 finalizações com cada base.
Membros Inferiores:
• Técnica de chute giratório com o calcanhar na linha da
cabeça com a perna que está atrás (“rodado em forma
de gancho”);
• Técnica de chute giratório com o calcanhar na linha do
abdômen com a perna que está atrás (“rodado lateral”).
Combinações com Membros Superiores:
• Jab e cruzado com a mesma base, direto, pêndulo,
Direto;
• Jab parado e direto;
• Jab avançando e direto;
• Jab recuando e direto;
• Corte seguido de jab;
• Corte seguido de direto.
Combinações com Membros Inferiores:
• Com a mesma perna e com a perna que está atrás,
chute circular na altura das costelas voltando a base e
chute circular na altura da cabeça;
• Com a mesma base e com a perna que está atrás,
chute giratório com o calcanhar na linha da cabeça e
retorna com um circular na mesma altura, voltando a
base de origem.


Combinações com Membros Superiores e Projeções:
• Jab e direto, seguido de projeção de duas pernas para
o lado;
• Direto, segura a perna da frente do adversário e varre a
perna de apoio do mesmo (Projeção 3).
Antecipação 2:
• Antecipação com direto, envolvendo o pescoço do
adversário com o mesmo braço com que foi executado
o direto, seguindo de projeção do mesmo para frente.
Resistência e Aplicação:
• Bater no saco de pancada 1 round de 2 minutos;
• Lutar 1 round de 2 minutos e aplicar 3 técnicas da
respectiva fase da graduação.
1

Programa para Quarto Nível – Estrela com o
Contorno Dourado e o Centro Preto
Período mínimo necessário: + 6 meses de prática
Os golpes deverão ser executados em duplas com a utilização de material
apropriado para a prática da modalidade, com no mínimo 8 repetições para cada
base, incluindo as projeções.
Combinações de Membros Superiores:
• Giratório de braço (rodado);
• Jab, direto seguidos de cortes (esquivas para direita e
esquerda), upper com a base da frente e direto;
• Jab e cruzado com a base da frente, direto, pêndulo,
direto, cruzado e direto;
Combinações com Membros Inferiores:
• Troca de base, duas vezes, escora lateral com a perna
que está na frente;
• Escora lateral com a perna que está na frente e chute
giratório lateral no abdome com a perna que está atrás;
Combinações com Membros Superiores e Inferiores:
• Direto, chute circular com a perna que está na frente,
na linha medial da coxa (dentro), direto e chute circular
novamente com a perna que está na frente, na linha da
cabeça, trocando de base e executando novamente a
combinação.
Projeção 3:
• Projeção saindo de um chute circular nas costelas com
varredura na perna de apoio do adversário.


Projeções 4 e 5:
• Projeção de quadril, cruzando o braço por baixo da
axila da base da frente do adversário;
• Projeção, saído do clinch, prendendo o braço do
adversário junto as costelas, girando e projetando com
o quadril.
Resistência e Aplicação:
• Lutar 2 rounds de 2 minutos e executar 4 técnicas da
respectiva fase da graduação.


Programa para Quinto Nível – Instrutor
Estrela Dourada com o Centro Vermelho
Período mínimo necessário: + 1 ano e 6 meses de prática para prestar exame
supervisionado pela Federação de Kungfu Wushu do Estado competente.
Os golpes devem ser executados em duplas com a utilização de material
apropriado, com no mínimo 8 repetições em cada base, exceto as projeções que
devem ser de no mínimo 3 vezes em cada base.
Combinação com os Membros Superiores:
• Seqüência de 10 socos - Jab e cruzado com mesma
base, direto, cruzado com a base da frente, direto,
pêndulo para os dois lados, cruzado com a base da
frente e cruzado com a base de trás, cortes para os
dois lados (esquivas laterais), upper com a base da
frente, direto, cruzado com a base da frente.
Combinações com Membros Superiores e Inferiores:
• Cruzado com a base da frente, direto, pêndulo, direto,
cruzado com a base da frente e circular com a perna
que está atrás, na linha da cabeça;
• Direto, cruzado com a base da frente e direto seguido
de chute circular com a perna que está na frente na
linha da cabeça.
• Jab, direto, circular na cabeça com a perna que está na
frente e escora lateral com a mesma perna.
Combinação com Membros Superiores, Inferiores e Projeções:
• Circular com a perna que está na frente na linha medial
da coxa (dentro) e direto; seguido de avanço trocando
de base, colocando a perna atrás da base do
adversário, segurando as pernas do mesmo,
pressionando com a cabeça na linha do abdômen do
oponente, projetando-o. (Projeção 7 - “banquinho”)


Todas as Projeções das Fases Anteriores:
• Projeção de 1 perna;
• Projeção de 2 pernas;
• Duas projeções de quadril;
Projeção 6:
• Projeção de quadril envolvendo o braço ao redor do
pescoço do adversário e estendendo a perna pela
frente do mesmo.
Projeção 7:
• Suplê – Saindo do clinch e avançando com a perna que
está atrás, por baixo da axila do adversário,
posicionando-se atrás do mesmo.
Antecipações das Fases Anteriores:
• Antecipação com direto seguido de queda de 1 perna;
• Antecipação com direto, envolvendo o pescoço do
adversário com o mesmo braço com que foi executado
o direto, seguindo de projeção do mesmo para frente.
Resistência e Aplicação:
• Duas lutas de 3 rounds de 2 minutos por 1 minuto de
descanso.
Experiência em Competições:
• Três campeonatos Estaduais ou 1 campeonato
Estadual e 1 Nacional.
Curso de Primeiros Socorros Conforme Projeto apenso:
• Traumatismo craniano
• Lesões à coluna cervical
• Traumas na face
• Trauma torácico
• Trauma abdominal
• Parada cardiorrespiratória


Programa para Sexto Nível (Segunda Fase) – Professor
Estrela Dourada
Período mínimo necessário: + 2 anos de prática para prestar exame
supervisionado pela Confederação Brasileira de Kungf/Wushu – CBKW
Prestar exames dos conteúdos, conforme fases anteriores anteriores:
• Membros Superiores;
• Membros Inferiores;
• Projeções;
• Combinações com Membros Superiores;
• Combinações com Membros Inferiores;
• Combinações com Membros Superiores e Inferiores;
• Combinações com Membros Superiores e Projeções;
• Combinação com Membros Inferiores, Superiores e
Projeções.
Membros Inferiores – Técnicas de Chutes Especiais:
• Martelo com a perna que está atrás, na linha da
cabeça, circulando de dentro para fora;
• Chute com o calcanhar (“gancho”), com a perna que
está na frente;
• Chute giratório lateral no abdômen, saltando.
Cursos pela CBKW, Ministrados no Período do Exame:
• Curso de Arbitragem;
• Didática e Metodologia;

fonte- Confederação Brasileira de Kung Fu - Sanshou.

alunos

Alunos


Eu , Asakura e seu filho Ryo.

Eu e o Mukai ( faixa preta de M.M.A -Salles Sougou Kakutougi )

aluno


Eu e o Kawai.

aluno.


Eu e o Hibino ( faixa preta de shorinji kempo )

aluno


Eu e o Hideto ( professor de vale tudo Japones )

alunos

Alunos.

Alunos




terça-feira, 2 de fevereiro de 2010


ajoelhado - Prof: William Gonçalves ( representante S.S.K Brasil - São Paulo - Mirassol.
Em pé da esquerda para direita : Marcos, Cristiano,David, Luiz e Israel.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Novos graduados em SALLES SOUGOU KAKUTOUGI ( S.S.K )

Cristiano.
Wesley
Marcos
Luiz
Israel
David


Esses são os novos graduados em S.S.K - Vale Tudo M.M.A -

Alunos do Professor : William Gonçalves - Academia da cidade de Mirassol. BRASIL

domingo, 3 de janeiro de 2010



Eu , Hatanaka ( quinto grau de judô membro da Kodokan )e Mukai.

Eu, William, Geandro e Garça.
Kung fu ( hung gar - Guarras de águia )

esquerda para direita- Ana,Luiz,Diogo,Eu, atrás William e Toshio-, Eu, Tadashi,Mukai e Rodrigo

Em pé da esquerda para direita- Julio,Alisson,Mukai,Presuntinho - agachados-Rodrigo,Shokito,Japa ( esqueci o nome) e Hideto ( professor de M.M.A e Submission Westreling )e Eu.

Fotos


esquerda para direita- Geandro,Julio,Jorge( mestre em taekwondo)Timotio,Garça,Luiz e Ana. Agachados- Mukai,Eu e William.